domingo, 21 de novembro de 2010

Corrida no Guincho

Hoje como não havia muitos candidatos para andar de Bike, lá o Jorge ( o homem das maratonas) me convenceu ir fazer uma corrida na ciclovia do Guincho. Pelas 9:30 da manha lá nos encontramos na Guia. Ia preparado para fazer uns 10km, e lá começamos a correr em ritmo de conversa, com o vento característico do Guincho de frente,mas o homem das maratonas, lá colocou o ritmo dele e tive que ir atrás dele. As vistas eram agradáveis e os metros foram passando com o Jorge sempre a puxar, os 10km foram largamente ultrapassados e quando dei por isso já tinha 16km feitos em 1h29m. Nos últimos metros o Jorge deu arranque e ai já não tive condições de o acompanhar.
O Jorge anda todo entusiasmado com as maratonas e já fala em ir fazer a maratona de Copenhaga em Maio 2011.
De seguida fomos tomar um cafézinho à esplanada da Guia, que soube muito bem.

Aqui a foto dos artistas


Agora um bocadinho off-topic ( mas um atleta precisa de se alimentar), hoje pus o avental à frente e fui para a cozinha e olhem a maravilha que saiu...


Uma bela omelete de camarão!

sábado, 20 de novembro de 2010

Serra de SINTRA no seu melhor...

Hoje fomos só dois Molengas em Sintra. O Sérgio e o regressado Alexandre, a serra estava no seu melhor esplendor com fantásticas paisagens. Foi uma voltinha bem calminha e muito gira, no final terminámos com 35km.





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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Percurso da Maratona Tasca do Xico a solo





Bem, passada a maldita gripe e com saudades de dar ao pedal, decidi carregar o Gps com o track da última maratona da tasca do xico e fazer parte do percurso, visto o tempo ser limitado.



Arranquei de Brejos por volta das 9h30 e decidi ir por estrada passado por Cabanas e Quinta do Anjo até finalmente o track aparecer no Gps já perto de Palmela.



Logo aí começei a subir e passei em trilhos que até aqui não conhecia indo ter ao caminho que vem dos moinhos de Palmela. Entretando e já lá em cima deparei com dois trilhos no Gps e concluí que estava a fazer o caminho ao contrário. Com auxilio das setas ainda marcadas no chão , coloquei-me no sentido correcto e lá segui viagem.



Segui pelo tal caminho dos moinhos que já conhecia em direcção ao cai de costas pensando eu que o ia subir mas afinal não, o track seguia pela direita e descobri mais uns caminhos novos. Subidas e descidas até voltar ao estradão que vai ter ao alto das Necessidades.



Aí voltei a entrar noutro estradão que vai do Alto das Necessidades em direcção a Vale de Barrios. Subi novamente e fiz o single track que desce até de novo ao estradão e fiz alguns km´s por caminhos conhecidos.



Antes de chegar á Adega, volto para a esquerda a subir novamente isto num misto de caminhos novos e conhecidos com vários singles tracks,subidas inclinadas e descidas perigosas tendo inclusive de desmontar em algumas delas por causa dos regos acentuados e do chão bastante instável.



Até aqui estava a gostar bastante do percurso e para mim estava a ser bem melhor que do ano passado. Digo até aqui pois não o completei visto estar com tempo limitado.No momento que tive de regressar o gps acusava 33km e 700mt de acumulado.Espero completar o resto brevemente.



Regressei por estrada pela EN10 que vem de Setúbal em direcção a Azeitão e ainda fiz mais a subida das Necessidades, tendo chegado a casa por volta das 13hrs com 900mt de acumulado e 42km.



Não foi mau tendo em conta que já estava praticamente parado á duas semanas, deu para ver que não estou em má forma de todo.



Ficam mais algumas fotos das belas paisagens da Arrábida durante o percurso.










Até á próxima.




21/10/2010

Neste dia eu e o meu amigo Fernando fomos fazer o resto do percurso da maratona do Xico e só veio confirmar o que já tinha dito, o percurso é excelente e muito melhor que o ano passado.
Tem de tudo, single tracks ,estradões, zonas técnicas,descidas perigosas, paredes e por caminhos onde eu e muita gente ainda não tinha passado,não é por acaso que chamam a Arrábida de serra mãe.

Quando algum molenga quiser vir esperimentar (dos que não foram á maratona) é só combinarmos.

Abraço.

Maratona do Porto - 7/11/2010


Mais uma Maratona?! Porque não, são só 42,195 km a correr...

Depois da Maratona de Madrid (no meu caso) e de Estocolmo (para o Vítor e o Tiago), lancei o desafio - porque não vamos fazer a maratona do Porto??
Apesar de me terem chamado alguns nomes de início, a ideia "pegou" e começámos a encarar a sério uma participação na Maratona do Porto. Entretanto, um outro Molenga, o Jorge Santos, aceitou o desafio e quis também alinhar nesta loucura (na opinião de alguns...).
Com planos mais ou menos seguidos, fomos treinando muito a nível individual, com um ou outro treino conjunto, em particular num certo treino de 30 km, o maior que eu fiz, em que conseguimos treinar os 4 juntos.
Entretanto, quase na véspera da maratona, o Jorge Santos ligou-me a dizer que estava de cama com gripe e não ia conseguir ir à maratona! Uma baixa no grupo, o estreante ficava de fora!
Reduzidos a 3, lá nos encontrámos no Hotel Tuela, onde chegámos quase ao mesmo tempo, cerca das 13h de sábado. Cumpridos os formalismos, seguimos direitos à feira da maratona e à Pasta Party, que tiveram lugar no Pavilhão Rosa Mota, também conhecido por Palácio de Cristal.
A feira estava razoavelmente animada e o levantamento dos dorsais decorreu sem problemas. Para além da tradicional T-shirt, técnica, os brindes incluíam uma garrafa de vinho do Porto e uma mochila (ainda ponderei em seguir o conselho dado por que me entregou a mochila e a garrafa - logo à meia-noite abra a garrafinha e beba toda! vai ver que a maratona no domingo não custa nada!!! Bem, achei que seria egoísta da minha parte beber a garrafa toda, e não segui o conselho!)
Entrámos na pasta party, com animação assegurada por uma orquestra que tocava uns temas deliciosos ao estilo Big Band, entre outras coisas.
A comida era razoável, embora a carne não fosse das mais saborosas - mas pelo menos era muito melhor que a soja das tristemente famosas 24 Horas BTT de 2010!
 O grupo dos três (maratonistas)

 O Vítor

O Tiago

E eu

À tarde ainda fomos visitar a Casa da Música e fomos convidados para jantar em casa da prima do Vítor, onde atestámos com mais umas pratadas de massa, desta feita muito saborosas! Obrigado!




A Casa da Música com os seus vidrinhos redondos...

Domingo de manhã, primeira peripécia: o meu telemóvel não tocou às 7h como estava programado porque... perdeu a data e hora! LOL Estúpido!
Por sorte eu acordei às 7h30 assarapantado, pois nem tinha ouvido o Vítor a bater na porta do quarto! Fui a correr para o pequeno almoço e já eles vinham de regresso. Descemos todos e comi qualquer coisa, sem abusar, pois já eram quase 8h. Voltámos aos quartos, equipar e sair para a partida, que felizmente ficava a cerca de 5 minutos do hotel. Sacos para deixar roupas e um camião TIR para os levar para a chegada, tudo a correr bem. Uma chuvinha miudinha, algo irritante, teimava em molhar o pessoal, pelo que a bomba de gasolina teve uma freguesia inusitada num domingo de manhã - muita gente mas sem carros!
Dada a partida pouco depois da hora marcada, o percurso descia um pouco para logo de seguida ter a subida mais acentuada, em direcção à rotunda da Boavista. Como foi logo ao princípio até deu para aquecer!  A partir da rotunda era a descida até ao mar, quase sempre pela avenida da Boavista. Claro que era a descer mas estávamos a rolar perto dos 5 min./km o que me parecia exagerado! Ainda reclamei que era rápido demais para uma maratona, mas o Vítor e o Tiago não me ligaram nenhuma pelo que me limitei a seguir o ritmo...
Chegados ao Castelo do Queijo virámos à direita para ir dar a volta à rotunda de Matosinhos, junto ao edifício transparente. Curiosamente a chuva tinha entretanto parado, o céu mantinha-se encoberto, o ar estava fresco e não havia muito vento: em suma condições óptimas para a maratona!
O percurso seguia então pela marginal junto ao mar (velha conhecida de corridas do S. João, há muitos anos...) e depois da foz ao longo da marginal do rio Douro - muito bonito e quase plano. Chegados à ponte D. Luís, atravessamos para Gaia, fazendo o belo percurso do Cais de Gaia e seguindo até à Afurada, onde se fazia o retorno. O ritmo aqui tinha estabilizado entre os 5'15'' e os 5'20'', e eu continuava a dizer ao pessoal que me parecia rápido demais... O Vítor respondia que não, porque tínhamos que passar na meia com 1h50m! Eu não estava convencido que isso fosse muito bom mas lá continuámos juntos e passámos a meia precisamente com 1h50m!
Pouco depois, o Vítor e o Tiago começaram a dizer "olha, não vai ali o Cruz?!". Quando nos juntámos ao Cruz, percebi entretanto que eles tinham conhecido o Cruz na Maratona de Estocolmo, que fizeram este ano, onde andaram um bocado juntos durante a corrida, e agora vieram encontrar-se aqui na maratona do Porto! Ainda dizem que não há coincidências...
Nesta zona apareciam alguns abastecimentos sólidos, para além da água e do powerade que nunca faltaram, e aproveitei para engolir um cubinho de marmelada e duas ou três metades de banana que consegui ir apanhando!
Regresso à ponte D. Luís e ao lado do Porto, para seguir em direcção ao Freixo, sendo o retorno final pouco depois de passar debaixo da ponte. Já no regresso do Freixo passava-se o km 30 e as coisas pareciam um pouco mais pesadas, pelo que o ritmo baixou ligeiramente para algo entre 5'25'' e 5'30''/km. Apesar disso continuávamos a sentir-nos bastante bem, e a verdade é que eu estava a ver os km a passar um após outro sem qualquer dificuldade e quase sem olhar para o relógio, o que é um bom indicador!
Cerca do km 33 o Vítor começou a ficar alguns passos atrás e acabou por perder um pouco o contacto. Eu e o Tiago, apesar de internamente sentirmos alguma dúvida (será que vai chegar agora o "muro"??), mantivemos o ritmo pela marginal em direcção à rotunda de Matosinhos. Como deixámos de ver o Vítor ficámos algo preocupados, mas acabámos por cruzar com ele já no regresso da rotunda e em direcção à meta. Faltava apenas virar para a Avenida da Boavista e subir aqueles 2 km até ao parque da cidade. Aqui já  "nada pode acontecer" pelo que toca de acelerar - perdi a conta à quantidade de pessoal que ultrapassámos nesta fase final! Quando chegámos ao km 41 o Tiago ligou o turbo e já não consegui acompanhá-lo, apesar de ter feito o último km num ritmo de 4'57''!!! O Tiago ainda mais rápido pois ganhou-me cerca de 10'' neste km! Acabar a maratona neste ritmo foi de facto espectacular!
O Vítor chegou cerca de 5 min. depois e aqui está a foto da consagração, já com as medalhas ao peito:

Campeões!!! (especialmente o Tiago que melhorou o seu melhor tempo!)

Seguiu-se uma bela banhoca no hotel (foram muito simpáticos pois deixaram os maratonistas ficar com os quartos até às 3 da tarde, para os banhos) e, para retemperar forças, uma bela duma francesinha no forno de lenha, em Canelas, que soube que nem ginjas!

Aqui fica o registo do percurso tirado do meu Garmin (que se perdeu um pouco nas passagens do túnel... LOL)

Classificações Finais:

Foi pena o Jorge Santos ter ficado doente e não ter ido, mas não te preocupes, Jorge...

Isto correu tão bem que já começámos a discutir qual poderia ser a próxima maratona...

sábado, 13 de novembro de 2010

5ª MARATONA PINHAL NOVO/TASCA DU XICO - 07 NOVEMBRO 2010

Apesar de termos combinado ás 6.55, o Hélio que desta vez foi o motorista de serviço, ás 6.45 cheio de pica, já estava à minha porta.
Saída de Mafra ás 7 horas para apanhar o Sérgio na Ericeira.
Na viagem para o Pinhal Novo, aqueles gajos não me deixaram descansar.

No Pinhal Novo, junto ao mercado municipal, havia o habitual pequeno almoço, e lá dentro o secretariado, onde o levantamento de dorsais estava um pouco demorado e confuso, provavelmente devido a este ano terem excedido largamente as inscrições, porque o limite era 600, e pelo que vimos estiveram cerca de 1000, sendo apenas 160 para os 70 km, e os restantes para os 20 e 40 km.
Na partida a animação era grande, musica e spining, onde o Molenga Sérgio foi fazer um aquecimento.

Partida atrasada 15 minutos devido ao secretariado, e lá arrancamos ás 9.15.
3 km iniciais pelo Pinhal Novo, entrando depois nos 10 km de estradões que nos levaram à maravilhosa Serra da Arrábida.
Neste percurso, encontrámos um amigo do Sérgio (João ? do Santander), e vimos logo que o Hélio estava sem gás, ao contrário do que era habitual, bem arranjou umas desculpas, ...tou cansado, a roda da frente está a travar.....lololol....tenrinho.
Fizemos uma paragem, para dar um jeito ao problema mecânico e lá seguimos.
Como tivemos parados algum tempo, ficamos muito para trás e já no início da Serra, na primeira subida (íngreme), a maioria do pessoal ia a pé, quando começo a pedir passagem, começa o Sérgio a reclamar que eu também devia ir a pé .....lololol...passou-se.
1º Abastecimento, havia febras água pé, uma pausa e seguimos.
A determinada altura, o Hélio como estava rabugento, não quis que estivesse-mos mais à espera dele, e lá seguimos.
Entretanto o Sérgio parou para comer medronhos, eu fui andando com o João calmamente, para ele nos apanhar mais frente. Era single tracks maravilhosos, descidas alucinantes, o Sérgio nada de aparecer e o João ficou para trás. Junto á Capela de S. Luis mais um abastecimento, e eles nada, segui viagem. Mais singles, mais subidas manhosas, e descidas loucas, era só adrenalina, que espectáculo de percurso.
Último abastecimento onde não parei, junto á subida das vacas, que era a última antes de descer da serra e rolar até ao Pinhal Novo.
Na meta, havia sorteio de brindes, e pelo 3º anos consecutivo, levei para casa uma garrafa de vinho tinto.....cheio de sorte.

Excelente percurso na Serra e muito bem marcado, abastecimentos muito bons tendo dois deles febras e água pé. Alguns acidentados em descidas, pois algumas eram perigosas mas espectaculares de se fazerem.
Banhoca de água fria, almoço com animação musical e a comida parece que estava muito boa, mas à hora que fomos, mais parecia os restos, a sobremesa não tivemos paciência para esperar pois nunca mais aparecia; para o café a fila era enorme e fomos beber a outro lado. Curioso o Sérgio ao almoço não ter fome, pudera, nos abastecimentos era sempre a "bombar"

67 km
1.340 de acumulado de subida

Posição - Dorsal - Nome - Tempo
86 - 321 - Pedro Esteves - 04:15:51
106 - 260 - Sérgio Luis - 04:33:53
124 - 322 - Hélio Soares - 04:45:47

Fotos

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

SINTRA - 01 NOVEMBRO 2010

Feriado Nacional, mas tivemos que ir trabalhar para Sintra.
O dia não começou lá muito bem, pois tive que ir acordar o Hélio a casa, e o Sérgio à espera que o fossemos buscar à Ericeira.
9 horas em Sintra prontos para pedalar, apareceram o Artur, Carlos Santos e Pedro Bastos, mas nem sabiamos que eles iam e vice versa. Vamos não vamos todos juntos, mas lá seguimos eu, Hélio e Sérgio, pois o resto do pessoal queria andar com mais calma.

Foto da praxe


Abastecimento de água nos Capuchos


Ele e as avarias


Pausa para uma bucha




Na pedra amarela, e ele a comer só podia








Os treinos do Hélio estão à vista, estava imparavel, eu e o Sérgio não estavamos com andamento para ele. Boa voltinha de 44 km com 1200 de acumulado de subida

sábado, 6 de novembro de 2010

TEAMOLENGA na TV!!!!!!!!!

A reportagem é de 2008, mas mesmo assim aqui vai a nossa aparição na TV.
Reparem no minuto 2,55 do vídeo!

Uma reportagem da Sporttv2, sobre as 24h de BTT em Lisboa